A dicotomia justificada
Eis a rua em manifesto
Temos o êxodo das palavras
E hesito em não ter êxito
Sim, existo pelo fascismo de letras incompostas
Por sistemas ultrapassados
Gente que briga, expõe, discorda
Me forçam mermo e vago ao léu
Nem me ergo, e já ando a esmo
Não sabes ser parnasiano
E eu aqui em meu tupi
Só em guarani
Salto aqui, invado já
Olha no que me depuraram o linguajar
E lá pela tríade de sol me perco em mi bemol
Sou todo enarmônico
Meu idioma ergonômico
E todos nós em pelo menos uma vez, dicotômicos
JJimenesl
Alma Misoneísta
segunda-feira, 9 de março de 2015
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Eu vi... dentre todas as coisas, o sol nascer
E nem sei... se as matizes dessa noite me fez crescer
E minha estrada foi em anos luz
Eram muitas cores e exagero meu supus
Mas eu via em tamanha desmedida visagens
Alterei o tempo e parado percorri em toda minha consciência verdades
Sonhei acordado um sono pernoitado
Gerei vislumbrado o presente encantado
Tive medo de me aluar e de me perder ao me encontrar
Então busquei razões pra ficar
Me pedindo calma e eu via eu vivia um flerte
Com todos os feixes
Com todos os feixes
Com todos os feixes...
E nem sei... se as matizes dessa noite me fez crescer
E minha estrada foi em anos luz
Eram muitas cores e exagero meu supus
Mas eu via em tamanha desmedida visagens
Alterei o tempo e parado percorri em toda minha consciência verdades
Sonhei acordado um sono pernoitado
Gerei vislumbrado o presente encantado
Tive medo de me aluar e de me perder ao me encontrar
Então busquei razões pra ficar
Me pedindo calma e eu via eu vivia um flerte
Com todos os feixes
Com todos os feixes
Com todos os feixes...
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Viso com poucas cores palavras amenas
Sinto com matizes vivas frases pequenas
Largo tudo em prosas num sol
Vivo pela luz em lá
Cego de muito dó...pulo uma nota
Vejam, monto paisagens. . . passagens
Junto toda a poeira de poesia em si
Morro na escuridão das notas excluídas
Moro nos acidentes que não existem
E nos compassos da desarmonia pinto
esse quadro escrito
Vivendo lá pela luz de um sol...
Canto devaneios nos prismas de uma
canção.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Campo do Santana
Esquece que palavras não aquecem
É pelo toque que o amor se edifica
E matutino um oasis teima no centro
E clara lua fria se despede azul
Ao fundo o sabiá laranjeira canta confirmando
Setembro vem mansinho com flores em seu segundo dia
E nós como se estivéssemos sós... nos minutamos
Perto de horas gigantes ignoramos o mundo e seus ponteiros
jjimenes
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Nesse lugar existe algo entre espaço e o tempo
Liberto-me nesse beijo no céu da boca do mundo
O encontrar levitação divina...o nirvana onírico dessa prosa
Forças que submergem as orações das pedras...
Eis- me aqui !
Sou servo do acaso
Não senhor do que faço
E de signo em signo remonto manhãs
Me esbarro em palavras vãs
E na descrença de ser manipulado, vivo o cheiro colorido da mente sã
Escuto surda por sinais a vida nada mais
Corro em versos disléxicos sem mas
Desfruto-te
Descubro-te
Eis-me aqui...
Liberto-me nesse beijo no céu da boca do mundo
O encontrar levitação divina...o nirvana onírico dessa prosa
Forças que submergem as orações das pedras...
Eis- me aqui !
Sou servo do acaso
Não senhor do que faço
E de signo em signo remonto manhãs
Me esbarro em palavras vãs
E na descrença de ser manipulado, vivo o cheiro colorido da mente sã
Escuto surda por sinais a vida nada mais
Corro em versos disléxicos sem mas
Desfruto-te
Descubro-te
Eis-me aqui...
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Assinar:
Comentários (Atom)